in a world full of death is important to keep close those who you love and want to protect. be aware. don't let them go away from your eyes, or else... you never know what might happen.
the world has been ending since the human race has begun, but maybe this wasn't the way everyone thought their existence would end.
uma amiga da minha mãe mandou no wpp dela “preciso desabafar” e um textão mais um vídeo. achei que era mó importante, e fui dizer pra minha mãe. fui repassar a mensagem…. era um vídeo do vizinho da amiga dela peladão curtindo a quarentena.
Carl queria que fosse alguém vivo pela primeira vez em toda sua vida, afinal ele não queria ter que fazer isso na frente de Demi. Não queria mesmo.
— Desculpa, Demi.
— Ele pediu de forma adiantada, olhando para ela. Não gostava da ideia de machucar ninguém na frente da menina, nem ninguém e nem nada. O garoto chegou perto do portão, observando o corpo que marchava em direção a cerca da prisão. Ele observou por um tempo até perceber que era mesmo um walker, as características óbvias como a pele ferida, os olhos sem vida e os pequenos rosnados que saíam da boca. Ele fechou os olhos, respirando fundo e depois se virou para Demi.
— Eu quero que você se vire, okay? E eu quero que tape as orelhas.
— Não era tratá-la como criança, mas era para ajudar Demi a não fazer parte daquea sujeira. Carl caminhou até a menina, virando-a com delicadeza, as mãos ásperas tocando a pele macia dela e mostrando mesmo o contraste entre os dois. O garoto tirou seu chapéu, colocando-o na cabeça da menina.
— Meu pai costumava colocar em mim antes de… fazer o que era necessário.
— Ele murmurou, dando um sorriso fraco e sem vida para ela antes de voltar para perto do portão. Carl pegou sua pistola, mirando na cabeça do zumbi que agora já estava perto. O disparo foi feito rapidamente e o rapaz suspirou.
Todo o corpo da garota estremeceu ao que ficou evidente que não se tratava de alguém com vida. Podia sentir a garganta se fechar, e os olhos já marejados diante a bruta realidade. No fim, ela não pertencia aquele mundo, e não tinha qualquer dúvidas sobre isso. Não fosse as pessoas ao seu redor, ela teria se tornado um deles também.
❝ Você não tem que se desculpar, Carl… ❞ Sua voz quase engasgada, não passando de um sussurro contra o vento. Devagar, ela assentiu, obedecendo o rapaz, virando-se quando ele já estava de frente para si. Havia uma ironia naquele momento, a distinção de dois adolescentes da mesma idade. O olhar de Demi se levantou ao sentir o chapéu sendo colocado em sua cabeça, quase como uma segurança. Ela tentou sorrir, mas falhou miseravelmente. Ao que Carl sumiu da sua linha de visão, ela tapou as orelhas, como lhe foi dito. Sem perceber, a menina já se encolhia, tentando ao máximo impedir-se de escutar o disparo. Porém, não foi o suficiente para cessar o barulho, ela deveria saber. O disparo ainda assim lhe assustou, fazendo com que Demetria se encolhesse ainda mais, apertando as mãos contra as orelhas, fechando os olhos com força.
Esticou os lábios e deu uma leve chacoalhada na cabeça. A loira já tinha perdido a esperança de cura a algum tempo, então, ela simplesmente se adaptou aquilo, claro que as condições de seres humanos comuns era completamente diferente. “Eu com certeza estarei, mas você, eu tenho esperança em você.” Sorriu para ela colocando a mão sob o seu ombro.
Olhou para a mais velha por alguns segundos, porém inevitavelmente acabou por rir.
❝ Se eu fosse você, não teria. ❞ Katherine já era considerada um caso perdido desde muito antes. Por professores, alguns colegas de classe, e acreditava também que seu próprio pai a via de tal forma. Não que ela pudesse ter certeza.
❝ Se toda essa merda tiver um final decente, capaz de eu me tornar uma assassina de aluguel, ou coisa assim. ❞ Respondeu por fim, usando de seu humor, evidenciando-o também em sua voz e no pequeno sorriso em sua face.
eu sumi, mas passo bem. ou quase isso. mamãe começou o tratamento de câncer, e com a faculdade a mil, eu não estava com tempo nem cabeça pra nada, mas a quarentena acaba ajudando um pouco a esvaziar a cabeça né, vários nadas pra fazer. anyways, aos pouquinhos eu vou tentar responder os turnos que tenho aqui e nos demais blogs. peço um pouquinho mais de paciência comigo.
A loira soltou uma leve risada, sabia que sua mãe precisava dela e o quão ruim era deixar a mulher esperando, mas porque não ter um dia de descanso hoje? Helena trabalhava direto e reto, então não seria ruim dar uma pausa em seus afazeres. “É só ela chamar o Will ou um dos novos caras que estão com a gente, eles são bem fortes e devem entender de cavalos também.” disse, beijando o rosto da garota algumas vezes após sentir a carícia. Segurou a mão livre da garota e caminhou até uma das maiores casas do local. “Você vai gostar, principalmente agora que não tem nada planejado.”
❝ Não tão bem quanto você. ❞ Constatou a ruiva, com um doce e gentil sorriso em sua face, que apenas aumentou diante o afeto demonstrado pela outra. Isso era, sem dúvidas, algo com que Zoelle poderia se acostumar a ter todos os dias. Um tanto melhor que as constantes discussões sem sentido das duas. Seguiu entrelaçando a mão à da loira, um tanto contente com o desenrolar daquela conversa, com a certeza de que elas ficariam bem. A ruiva franziu o cenho, percebendo para onde elas se direcionavam.
❝ E o que você tem em mente? ❞ Ela tratou de questionar, como de praxe, a curiosidade a mil.
eu literalmente engoli a season 3 de skam france hoje de tarde. tudo o que tem na minha mente é ELU & i’m having a breaking down right now. also: vai ter spam de elu aqui provavelmente? graças ao will e ao louis, sim